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	<title>Brasil | 50 anos com você!</title>
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	<title>Brasil | 50 anos com você!</title>
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		<title>Empresário Luiz Eduardo Batalha aposta no crescimento turístico da Região da Campanha</title>
		<link>https://www.correiodeitapecerica.com.br/empresario-luiz-eduardo-batalha-aposta-no-crescimento-turistico-da-regiao-da-campanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 15:09:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Itapecerica da Serra]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresário paulista Luiz Eduardo Batalha possui múltiplos negócios no Rio Grande do Sul, incluindo o cultivo de oliveiras e a produção do Azeite Batalha Paulista, o&#160;empresário Luiz Eduardo Batalha&#160;escolheu o Rio Grande do Sul para concentrar grande parte dos seus negócios. &#8220;Se dependesse da minha mulher, a gente moraria no Rio Grande do Sul, menos [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Empresário paulista Luiz Eduardo Batalha possui múltiplos negócios no Rio Grande do Sul, incluindo o cultivo de oliveiras e a produção do Azeite Batalha</strong></p>



<p>Paulista, o&nbsp;<strong><a href="https://www.jornaldocomercio.com/2015/11/colunas/painel_economico/465870-painel-economico.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empresário Luiz Eduardo Batalha</a></strong><strong>&nbsp;escolheu o Rio Grande do Sul para concentrar grande parte dos seus negócios</strong>. &#8220;Se dependesse da minha mulher, a gente moraria no Rio Grande do Sul, menos quando faz frio&#8221;, brinca o empreendedor de 78 anos, revelando uma verdadeira paixão pelo Estado e pelo povo gaúcho.</p>



<p>Seu contato com a Região Sul iniciou pela sua relação com a agropecuária, que o levou a visitar anualmente a Expointer, em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Com o tempo, investiu em gado, cavalos, ovelhas, oliveiras, energia renovável e vitivinicultura na&nbsp;<strong><a href="https://www.jornaldocomercio.com/mapa-economico/regiao-sul" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Região da Campanha</a></strong>&nbsp;— apesar de deixar claro que não costuma consumir álcool, incluindo vinho.</p>



<p>Recentemente,&nbsp;<strong>iniciou um projeto turístico e residencial, o Terroir 31, com um investimento de R$ 50 milhões</strong>, que deverá ficar pronto até o final de 2025.</p>



<p>Apesar de considerar a Campanha uma região historicamente negligenciada pelos investimentos públicos e privados, muito pela questão da logística,&nbsp;<strong>Batalha sempre apostou na sua possibilidade de desenvolvimento</strong>. Tanto é que, em novembro de 2014, levou o então colunista do Jornal do Comércio Danilo Ucha,&nbsp;<strong><a href="https://www.jornaldocomercio.com/2016/07/economia/511225-danilo-ucha-morre-aos-72-anos-em-porto-alegre.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">falecido dois anos depois</a></strong>, aos Estados Unidos para conhecer o Napa Valley. &#8220;Queria mostrar como imaginava nossa região no futuro&#8221;, explicou Batalha.</p>



<p>Nesta entrevista ao JC, o empresário comenta sobre seus múltiplos negócios no Rio Grande do Sul, apresenta uma avaliação sobre as possibilidades de desenvolvimento da Região da Campanha e analisa as mudanças percebidas no Estado desde que começou a investir em solo gaúcho. De acordo com ele, o<strong>&nbsp;turismo é uma das vocações brasileiras e deve crescer na porção Sul do Estado</strong>&nbsp;nos próximos anos.</p>



<p><strong>Jornal do Comércio &#8211; Como iniciou sua relação com o Rio Grande do Sul?</strong></p>



<p><strong>Luiz Eduardo Batalha &#8211;</strong>&nbsp;Eu tenho uma relação muito interessante com Esteio, porque somos do agronegócio, criávamos cavalo e gado. Participava da Expointer desde 1975. A gente vinha de caminhão de São Paulo, trazendo os animais, tínhamos uma sede lá dentro. Então, eu tinha muitos amigos gaúchos. Era um período que a gente ficava uma semana em Esteio, chegava um pouco antes e saía um pouco depois (da feira).</p>



<p><strong>JC &#8211; Mas nessa época já possuía outros empreendimentos?</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;A nossa história começa em 1973, em Franca, no Estado de São Paulo, com a produção de café. Fomos crescendo, depois, no Mato Grosso do Sul, e ficamos com um rebanho bem grande, 50 mil cabeças, 65 mil hectares de terra. Eu achava que o Brasil tinha duas vocações naturais, o turismo e o agronegócio. E em 1976, abri o primeiro resort do País, em Barra Bonita, no interior de São Paulo, depois fizemos um outro hotel no Paraná.</p>



<p><strong>JC &#8211; Como decidiu começar o primeiro empreendimento, na produção de café?</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;Eu sou engenheiro mecânico de formação e natural de Santos, no litoral paulista. Mas veja como é o destino. Eu fui trabalhar na Bolsa de Valores de São Paulo e meu chefe era fazendeiro. Ele me levou para conhecer o café e aí comecei a seguir os padrões dele.</p>



<p><strong>JC &#8211; E quando decidiu começar a investir no Rio Grande do Sul?</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;O número de gado era muito grande, e aí começamos a fazer o confinamento de gado. Fizemos isso em Uberlândia, na época, com 48 mil (cabeças de gado da raça) angus. No confinamento começa a exigência, porque esse é o último passo para fazer um frigorífico. E aí você começava a ver que as raças que tinham aqui no Brasil não davam o acabamento que precisavam.&nbsp;Foi então que a gente entrou no angus, buscamos o número 1 no mundo, em Montana, nos Estados Unidos. Eu fui para o Rio Grande do Sul porque o angus precisava do clima, dos pastos e do frio do Rio Grande do Sul.</p>



<p><strong>JC &#8211; Por que na Região da Campanha?</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;Um amigo me convidou para vir para cá. Eu poderia ir para qualquer lugar do Rio Grande do Sul, mas decidi ir para a metade Sul, que é muito ligada à pecuária. Trouxe o angus, aí veio o cavalo crioulo, depois os ovinos…</p>



<p><strong>JC &#8211; A plantação de oliveiras e a produção de azeites também?</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;Numa visita ao (empresário Darcy) Miolo, que tem propriedade aqui do ladinho da minha fazenda (em Candiota), ele tentou me convencer a entrar no grupo de vinhos. E aí me mostrou umas oliveiras, que ele tinha trazido para fazer uma experiência. Elas já estavam com 3 anos e já produziam frutos. Foi então que me deu um estalo. Pensei, é aqui do lado, não preciso nem fazer teste. Fizemos um projeto e entramos forte, nos tornamos o maior produtor de azeite do País.</p>



<p><strong>JC &#8211; Mas recentemente o senhor adquiriu a vinícola Batalha e entrou na produção de vinhos…</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;Isso. O nosso negócio agora se chama Grand Terroir 31, porque nós estamos no terroir do paralelo 31. É um lugar mágico do vinho do mundo inteiro, que pega Nova Zelândia, Austrália, África do Sul, Chile, Argentina, Uruguai e Brasil. Só esses países pegam o paralelo 31.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2025/06/4891987_767cac34c905a38-11220435-1024x682.webp" alt="" class="wp-image-13494" srcset="https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2025/06/4891987_767cac34c905a38-11220435-1024x682.webp 1024w, https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2025/06/4891987_767cac34c905a38-11220435-980x652.webp 980w, https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2025/06/4891987_767cac34c905a38-11220435-480x319.webp 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<p><strong>Condomínio residencial e turístico de R$ 50 milhões em candiota deverá ser inaugurado até o final do anoDivulgação/JC</strong></p>



<p><strong>JC &#8211; Como negócios tão variados tiveram tanto sucesso?</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;São variados, mas são todos interligados. E eu já tenho provas disso. Quando eu tinha 50 mil bois no confinamento, trouxe o Burger King para o Brasil, a segunda maior marca de fast food do mundo. Então, do boi, veio o Burger King. Todos os nossos negócios ficaram em cima das duas vocações, o agronegócio e o turismo.</p>



<p><strong>JC &#8211; Recentemente, o senhor anunciou o Terroir 31 como um novo empreendimento imobiliário e turístico. Como está esse projeto?</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;Vai ser bem pertinho de Bagé, já estamos com todos os terrenos com a papelada pronta, com a escritura definitiva, esperando só o lançamento que vai acontecer com certeza até o final do ano.</p>



<p><strong>JC &#8211; Como vai funcionar o projeto para residência?</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;Resolvemos fazer esse projeto gigantesco em uma das fazendas. Compramos a vinícola, que tinha que fazer parte desse projeto de 400 hectares, temos a indústria de azeite, com 30 mil árvores de 16 anos… Tudo pronto. Então, as pessoas vão comprando casas nesse condomínio e no quintal tem 30, 40 árvores e quem comprar vai poder produzir o azeite com a sua marca. O vinho é a mesma coisa, vão ter vinhedos próprios e poder produzir na nossa vinícola.</p>



<p><strong>JC &#8211; E na parte de lazer e turismo?</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;Reservamos uma área para isso. Tem uma linha de produtos, loções, shampoos e cremes de azeite, vai ter também de vinho, que são coisas da moda. Tem uma hípica, porque gostamos muito de cavalo. Vai ter um hotel com 49 cabanas, pequenas casinhas, com churrasqueira e jacuzzi. Vai ser algo gigantesco. É um programa para coroar essa história toda, toda a nossa vida vai ser voltada para o Rio Grande do Sul.</p>



<p><strong>JC &#8211; Outro investimento é em uma fábrica de pellets para gerar energia pela queima de biomassa. O que ainda falta para ser concretizado?</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;Já está tudo aprovado e estamos indo para a licença de instalação. Estamos chegando no fim desse caminho. Temos parceiros produtores de eucalipto, de pinus, de acácia negra, e vai ser um projeto muito grande. Então, está muito próximo. Estamos muito otimistas.</p>



<p><strong>JC &#8211; O projeto já é de longa data…</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;Eu estou nesse projeto há nove anos. É inacreditável. Tudo que tinha que ser feito a gente fez. Precisamos readaptar o projeto para adequar às exigências europeias para reduzir o efeito estufa.</p>



<p><strong>JC &#8211; Tem algum outro investimento em vista para os próximos anos?</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;Não, tenho 78 anos, agora quero ver esses dois investimentos funcionando. São projetos muito pesados para um grupo só como é o nosso, nós não temos sociedade. Estamos sendo chamados para fazer fusões, com pessoas querendo entrar no nosso negócio, mas tudo tem o seu devido tempo.</p>



<p><strong>JC &#8211; O que já mudou na Região da Campanha desde que começou a investir nela?</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;O Rio Grande do Sul se consolidou como um destino turístico, industrial, comercial e empresarial. Porto Alegre e região foram se adaptando. Vai entrar agora o projeto dos Data Centers em Eldorado do Sul. Toda essa modernização consome energia e por isso que falo em energia renovável. O Estado está crescendo muito. Agora, a região Sul, por natureza, sempre é mais abandonada, porque é mais difícil de logística. Eu tenho visto a cada governo uma preocupação maior com a metade Sul. As estradas estão ficando melhores e as linhas aéreas também. Quando comecei o negócio, as linhas aéreas não existiam, eu precisava ir a Pelotas.</p>



<p><strong>JC &#8211; E qual a sua expectativa futura para a região?</strong></p>



<p><strong>Batalha &#8211;</strong>&nbsp;Acho que o turismo deve crescer. Não tem muito jeito. Se o turista quer conhecer o gaúcho de verdade, tomar um vinho de primeira categoria, tomar um azeite na fonte e comer uma carne de cordeiro espetacular, ele tem que vir para a Campanha. Só tem um lugar, temos nós. Agora nesse último governo iniciou um voo para Bagé, que é aqui perto. Podemos organizar uma limousine para buscar o visitante no aeroporto e trazer para o Terroir 31. São clientes sofisticados. Também estamos em uma região privilegiada para trazer turistas do Uruguai e da Argentina.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.jornaldocomercio.com/">https://www.jornaldocomercio.com/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Família Camargo compra a rede de rádios Transamérica</title>
		<link>https://www.correiodeitapecerica.com.br/familia-camargo-compra-a-rede-de-radios-transamerica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 20:08:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Embu das Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Itapecerica da Serra]]></category>
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					<description><![CDATA[Aquisição expande império da comunicação dos irmãos Camargo; negócio ainda aguarda aval do Cade Os irmãos João e Neneto Camargo oficializaram, nesta segunda-feira (3), a compra da rede de rádios Transamérica, uma das mais influentes do país, presente em 370 cidades brasileiras. A negociação foi assinada na última sexta-feira (31), mas ainda precisa passar pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Aquisição expande império da comunicação dos irmãos Camargo; negócio ainda aguarda aval do Cade</strong></p>



<p>Os irmãos João e Neneto Camargo oficializaram, nesta segunda-feira (3), a compra da rede de rádios Transamérica, uma das mais influentes do país, presente em 370 cidades brasileiras. A negociação foi assinada na última sexta-feira (31), mas ainda precisa passar pelo crivo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para ser concluída.</p>



<p>A aquisição foi divulgada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, e confirmada pelo próprio João Camargo em suas redes sociais.</p>



<p><strong>Quem acompanha a história da minha família sabe que atuamos no setor radiofônico há mais de 40 anos, e é com muito orgulho que compartilho com vocês a aquisição da Rádio Transamérica”, escreveu o empresário.</strong></p>



<p>A família Camargo já tem forte presença no mercado radiofônico, sendo proprietária de emissoras renomadas como a Alpha FM, a 89 FM e a Rádio Disney Brasil. João Camargo também é presidente do conselho executivo da CNN Brasil e fundador da Esfera Brasil, organização voltada para o diálogo e o debate sobre o futuro do país.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="450" src="https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2025/02/a4fa4dc74a7a8ea8f9d727ed88829d69.webp" alt="" class="wp-image-11997" srcset="https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2025/02/a4fa4dc74a7a8ea8f9d727ed88829d69.webp 800w, https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2025/02/a4fa4dc74a7a8ea8f9d727ed88829d69-480x270.webp 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 800px, 100vw" /></figure>



<p>A Transamérica pertencia às cinco herdeiras do banqueiro Aloysio Faria, que faleceu em 2020, aos 99 anos. Nos últimos anos, a família Faria vem desinvestindo em vários ativos, como o Banco Alfa, vendido em 2022 ao Banco Safra.</p>



<p>Fundada em 1973, a Rádio Transamérica tem uma história consolidada no Brasil, passando por diversas reformulações ao longo das décadas. Atualmente, opera em rede nacional com programacão musical e esportiva, sendo uma das principais emissoras do segmento.</p>



<p>Com a aquisição, a expectativa é que o Grupo Camargo de Comunicação (GC2) expanda ainda mais sua influência no setor. Agora, resta aguardar a análise do Cade, que avaliará se a transação impacta a concorrência no mercado radiofônico brasileiro.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.jornaltabloide.com.br/">https://www.jornaltabloide.com.br/</a></p>



<p><strong><br></strong><br></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Matéria Técnica: O que é o Plano Diretor?</title>
		<link>https://www.correiodeitapecerica.com.br/materia-tecnica-o-que-e-o-plano-diretor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 14:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Lei de Utilidade Pública do Município de Itapecerica da SerraLei Nº 2.287, de 20 de novembro de 2012 Muito falado, mas pouco conhecido o Plano Diretor é provavelmente, o mais importante instrumento do planejamento urbano brasileiro. A Constituição Brasileira de 1988 estabeleceu em seus artigos 182 e 183 diretrizes para a Política Urbana, que foram [&#8230;]]]></description>
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<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" width="176" height="132" src="https://lh7-us.googleusercontent.com/vAzQ8mFn3kCtezctmfBDYd2mVxz8f6UehQfXyjbaVFpNojoh4OGjJtwLQ9l21laduH4Et_fWScm8xaSk1bHO6D5O-kh7e0cc7rx0AfsBRiRLkS8x9ee8hisAO8LvCXLLLRWMdZiRqlqot3SQ62LGdg" alt="C:\Users\AssociaçãodeEngºArqº\Pictures\logo crea minerva.png"></strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="372" height="51" src="https://lh7-us.googleusercontent.com/jZVjfXV0dZYpnXj7e26T42h7O9ADNpavgEsBuqTUNtWD9IpRjrG9om88L_1N7CGBuXdtrWyV8TTP0-uMlGlLBHkUWq_3xSiMVmBaCwFnzASGLt8X0cU8mbr9wkfXbO97A8ybkRK8msyM8GO_RyFX1g"></p>
<cite><strong><em>Lei de Utilidade Pública do Município de Itapecerica da Serra</em></strong><br><strong><em>Lei Nº 2.287, de 20 de novembro de 2012</em></strong></cite></blockquote>



<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" alt="C:\Users\AssociaçãodeEngºArqº\Pictures\imagem-o-que-e-pdn-2.png.crdownload" src="https://lh7-us.googleusercontent.com/P4xRw7fBmuahGRvojTw3WLeVvZ8v1vWGYbd6yv17bktp4-kjAxicNNA0had-q_okGfG4WZoJHTc-354CSL8xFQgi8qgwkx064q5S9x5AfR1SDvBquDYFI1wdFz6W8XPXjlPzQOsvPxKM9TnJ0ix_rg" width="444" height="199"></strong></p>



<p>Muito falado, mas pouco conhecido o Plano Diretor é provavelmente, o mais importante instrumento do planejamento urbano brasileiro. A Constituição Brasileira de 1988 estabeleceu em seus artigos 182 e 183 diretrizes para a Política Urbana, que foram regulamentadas por outros diplomas posteriores, sendo o principal a Lei Federal n°10.257/2001, conhecida como Estatuto da Cidade, e consagrando como instrumento mais importante, indicado para a aplicação desta Política Pública o Plano Diretor, referido da eventualmente como Plano Diretor Estratégico – ou PDE.</p>



<p>Apesar de muito referido, o PDE não tem a sua completa finalidade compreendida pelo cidadão comum. A competência da Política Urbana é delegada pela Lei Maior ao Município, que a deve regulamentar e gerir no âmbito das suas competências e seus interesses exclusivos. Mas, o que é o Plano Diretor? Podemos apresentar algumas definições: Primeiramente, enquanto produto “O Plano Diretor é uma lei municipal que orienta o crescimento e o desenvolvimento urbano de toda a cidade. Ele busca melhorar a qualidade de vida da população, reduzir as desigualdades socioeconômicas e tornar as cidades mais inclusivas, justas e ambientalmente equilibradas.”(¹) Da mesma forma “o plano diretor é “o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana”. É ele quem deve promover o diálogo entre os aspectos físicos/territoriais e os objetivos sociais, econômicos e ambientais que temos para a cidade. O plano deve ter como objetivo distribuir os riscos e benefícios da urbanização, induzindo um desenvolvimento mais inclusivo e sustentável.”(²).</p>



<p>Esta legislação deve expressar as bases da Política Urbana dadas pela Constituição, e regulamentadas pelo Estatuto da Cidade que “&#8230; estabelece as normas de ordem pública e interesse social que regulam o uso da propriedade urbana em prol do bem coletivo, da segurança e do bem-estar dos cidadãos, bem como do equilíbrio ambiental.”(²) Quanto à sua magnitude, é dada sendo “&#8230; mais nítida a importância legal atribuída a esse instrumento uma vez que consideramos três fatores:</p>



<p>1. Legalidade: o plano diretor é um instrumento estabelecido na Constituição Federal de 1988, regulamentado pelo Estatuto da Cidade. Os demais instrumentos de planejamento de governo – o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e o orçamento anual – devem incorporar as diretrizes e as prioridades nele contidas;</p>



<p>2. Abrangência: o plano diretor deve abranger o território do município como um todo. Não está restrito a bairros ou partes específicas da cidade;</p>



<p>3. Obrigatoriedade: sua realização é obrigatória para municípios com mais de 20 mil habitantes, o que significa afirmar que para quase ⅓ (31,6%) dos municípios brasileiros o plano diretor não é uma opção, é uma obrigação. Mais importante ainda, significa afirmar que pelo menos 84,2% da população do país vive em municípios que (em tese) deveriam ter seu desenvolvimento econômico, social e ambiental regido por um plano diretor.”(²)</p>



<p>Este importantíssimo instrumento legal que deve reger o desenvolvimento urbano é consequência de uma complexa aproximação técnica interdisciplinar da realidade atual, de</p>



<p>forma permitir o entendimento dos processos urbanos em curso nos vários setoriais como habitação, mobilidade, saúde, etc. Este diagnóstico somente atinge sua legitimidade quando mediada pela intensa participação dos mais variados segmentos da sociedade, interessados diretos na aplicação das Políticas Públicas. Este painel aprofundado da realidade das cidades serve de pano de fundo para o debate da sociedade e do governo sobre as carências, possibilidades e tendências para serem avaliadas. Para que se obtenham as diretrizes que apontem para o desenvolvimento ambientalmente responsável, economicamente eficaz e socialmente equitativo da cidade. Este debate com a participação popular apontará as diretrizes que regerão o desenvolvimento urbano, e tomarão o formato de Projeto de Lei para torna-los perenes como determina.</p>



<p>As diretrizes do crescimento e desenvolvimento territoriais e urbanísticos baseadas nos princípios do PDE, uma vez que são instrumentos para atingir e garantir os objetivos das políticas urbanas, são via de regra um complemento ao arcabouço do Plano Diretor. Regras de zoneamento, controle de uso, ocupação e parcelamento do solo urbano; planos viários e de transportes fazem parte destes instrumentos. Em face do desenvolvimento individual de cada um dos setoriais das políticas públicas, existe um corolário de planos destinados a mobilidade, ao turismo, à educação, ao meio ambiente, ao saneamento, etc. que devem dialogar e harmonizar com o Plano Diretor Estratégico visando o equilíbrio e adequação do uso dos recursos públicos e dos efeitos desejados em cada um.</p>



<p>A participação dos profissionais das áreas tecnológicas acontece não somente na diagnose, mas, também, na fase prognóstica do Plano Diretor. As perspectivas de melhoria e a evolução no desenvolvimento sustentável deve ser mediada utilizando a tecnologia como aliada para a otimização dos recursos, de forma a abranger a sociedade como um todo. Passa, então, a unir-se com a problemática social enquanto propositora e facilitadora de soluções abrangentes. Some-se a isto a participação individual dos profissionais enquanto agentes políticos das boas mudanças, pois, enquanto cidadãos serão transformados em pacientes das mudanças sociais, econômicas e ambientais durante a vigência do Plano Diretor anos à frente. Daí a importância da participação em todo o processo de elaboração, aprovação e implantação do PDE.</p>



<p>Arquiteto Urbanista e Geografo Marcelo Rodrigues da Motta</p>



<p>CREASP 0601140895</p>



<p>Presidente da AEAIS – Coordenador da UNARO 2024</p>



<p><strong>Arquiteto e Urbanista</strong> – 1981 – Universidade Presbiteriana Mackenzie &#8211; FAUM.&nbsp;</p>



<p><strong>Geógrafo</strong> – 1990 – Universidade de São Paulo – FFLCH/USP.&nbsp;</p>



<p>Referências: (¹) Plano Diretor: o que é e a importância para o</p>



<p>urbano | Exame (²) Plano diretor: como é feito e para que serve? | Politize! (³) O que é um Plano Diretor? | Politize!</p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Lembrete: Para serviços técnicos, contrate sempre um profissional habilitado e exija a emissão da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica.</strong></p>



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		<title>Lançamento de &#8220;Vovó e eu na estrada &#038; outras histórias&#8221;: Uma obra inspiradora de Marcia Kovacs</title>
		<link>https://www.correiodeitapecerica.com.br/lancamento-de-vovo-e-eu-na-estrada-outras-historias-uma-obra-inspiradora-de-marcia-kovacs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 21:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Embu]]></category>
		<category><![CDATA[Embu das Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Itapecerica da Serra]]></category>
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		<category><![CDATA[histórias]]></category>
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		<category><![CDATA[Márcia Kovacs]]></category>
		<category><![CDATA[Vovó e eu na estrada]]></category>
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					<description><![CDATA[No último final de semana, no bairro do jardins o evento da renomada autora e jornalista Marcia Kovacs, foi realizado o tão aguardado lançamento de seu mais recente livro, &#8220;Vovó e eu na estrada &#38; outras histórias&#8221;. O evento contou com a presença de amigos, colegas de trabalho e admiradores da escritora, que se reuniram [&#8230;]]]></description>
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<p>No último final de semana, no bairro do jardins o evento da renomada autora e jornalista Marcia Kovacs, foi realizado o tão aguardado lançamento de seu mais recente livro, &#8220;Vovó e eu na estrada &amp; outras histórias&#8221;. O evento contou com a presença de amigos, colegas de trabalho e admiradores da escritora, que se reuniram para celebrar a obra e prestigiar a autora.</p>



<p>Em sua carreira literária, Marcia Kovacs já participou de diversas antologias, como &#8220;Mulheres&#8221;, volume 8º, da Oficina do Livro, e &#8220;8 de Março&#8221;, da mesma editora. Ela também teve a honra de integrar a Antologia do Grupo De Poetas Itapoesia em 2021. Além disso, colaborou em sites regionais, jornais e periódicos, compartilhando relatos e histórias do cotidiano, e foi repórter da biografia do saudoso &#8220;Osmar Berticini &#8211; a lenda do mercado de seguros&#8221;.</p>



<p>Durante o período da pandemia, enquanto lidava com desafios pessoais e a chegada repentina de sua avó materna a uma casa de repouso, Marcia encontrou inspiração para finalmente concretizar um projeto que acalentava desde a época da faculdade: um livro que retratasse suas aventuras e conquistas ao lado de sua avó materna.</p>



<p>A convivência frequente com sua avó nos finais de semana se tornou o gatilho para a elaboração dessa obra, que havia sido adiada por um longo tempo. &#8220;Vovó e eu na estrada &amp; outras histórias&#8221; é uma narrativa afetuosa que relata momentos da vida em parceria, amor e confidências, desde a infância até a maturidade.</p>



<p>O livro apresenta uma trajetória repleta de desafios, assim como a estrada com suas curvas, declives, subidas e descidas. Marcia Kovacs descreve sua avó como uma mulher vigorosa, destemida e empoderada, que enfrentou a viuvez aos 25 anos e criou cinco filhos sem jamais desistir. Originária de Pirajuba, MG, ela veio para São Paulo na década de 50 em busca de oportunidades e se tornou uma profissional da saúde no maior hospital da América Latina. Sua história deixou uma marca indelével na vida de todos que a conheceram, sejam familiares, amigos, médicos ou vizinhos.</p>



<p>No processo de criação de &#8220;Vovó e eu na estrada &amp; outras histórias&#8221;, Marcia Kovacs enfrentou desafios pessoais, como doenças, pânico, ansiedade e desespero. No entanto, com determinação e perseverança, ela conseguiu concluir esse livro amoroso que é um tributo à sua avó e um testemunho de sua relação única.</p>



<p>A obra de Marcia Kovacs é um convite aos leitores para se emocionarem e se inspirarem com as histórias compartilhadas, além de refletirem sobre a importância dos laços familiares, do amor e da resiliência diante dos obstáculos. &#8220;Vovó e eu na estrada &amp; outras histórias&#8221; promete encantar.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2023/05/25-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-7486" srcset="https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2023/05/25-1024x1024.png 1024w, https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2023/05/25-980x980.png 980w, https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2023/05/25-480x480.png 480w" sizes="auto, (min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2023/05/26-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-7487" srcset="https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2023/05/26-1024x1024.png 1024w, https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2023/05/26-980x980.png 980w, https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2023/05/26-480x480.png 480w" sizes="auto, (min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2023/05/19-de-maio-4-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-7488" srcset="https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2023/05/19-de-maio-4-1024x1024.png 1024w, https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2023/05/19-de-maio-4-980x980.png 980w, https://www.correiodeitapecerica.com.br/wp-content/uploads/2023/05/19-de-maio-4-480x480.png 480w" sizes="auto, (min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>
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		<title>Ganga Zumba: O primeiro Rei do Quilombo do Palmares</title>
		<link>https://www.correiodeitapecerica.com.br/ganga-zumba-o-primeiro-rei-do-quilombo-do-palmares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 23:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Ganga Zumba]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Palmares]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo dos Palmares]]></category>
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					<description><![CDATA[Ganga Zumba (1638-1678) foi o primeiro rei do Quilombo dos Palmares, um dos muitos quilombos da era colonial no Brasil que servia como abrigo aos escravos fugitivos. Fonte: http://www.folhadopirajucara.com.br/ Ganga Zumba era filho da princesa Aqualtune e irmão de Sabina, a mãe de Zumbi dos Palmares.Nascido no Reino do Congo foi capturado e vendido como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Ganga Zumba (1638-1678) foi o primeiro rei do Quilombo dos Palmares, um dos muitos quilombos da era colonial no Brasil que servia como abrigo aos escravos fugitivos.</strong></p>



<p>Fonte: http://www.folhadopirajucara.com.br/</p>
</blockquote>



<p>Ganga Zumba era filho da princesa Aqualtune e irmão de Sabina, a mãe de Zumbi dos Palmares.<br>Nascido no Reino do Congo foi capturado e vendido como escravo no Brasil. Consegue fugir da fazenda com alguns companheiros e se dirigem para um dos mocambos, núcleos onde os negros refaziam sua vida ao escapar do cativeiro.<br>Cada mocambo era liderado por um parente ou chefe de confiança. Apesar de Ganga Zumba ter sido proclamado rei do lugar, as decisões importantes eram tomadas por um colegiado, na presença de todos os líderes.<br>Isto era a reprodução da organização social que os negros conheciam na sua terra natal, Angola.<br>Devido às fugas de escravos, sejam elas planejadas ou espontâneas, a população do quilombo cresce. Desta maneira, as investidas contra o quilombo aumentaram tanto no período de dominação holandesa quanto com os portugueses.<br>Sendo assim, era necessário acabar com o Quilombo dos Palmares para recuperar a mão de obra escrava e para que o exemplo não se espalhasse pela colônia.<br>Deste modo, Ganga Zumba enfrenta vários ataques derrotando os portugueses com o sistema de guerrilhas atacando-os pela retaguarda.<br>Também sofreu reveses que destruíram parte da produção agrícola dos mocambos. Numa dessas batalhas, alguns dos seus filhos e sobrinhos foram presos.<br>Em 1678, o governador Pedro de Almeida liberta alguns parentes que levam a Ganga Zumba uma proposta de paz. Os quilombolas se mudariam para o Vale do Cacaú e não deveriam aceitar mais escravos fugidos das fazendas.<br>A proposta divide os líderes dos mocambos no Quilombo dos Palmares. Vários líderes, como Zumbi, não aceitam o tratado e desejam continuar a lutar. Outros, cansados das batalhas, apoiam a Ganga Zumba.<br>Sem conseguir chegar à unanimidade, parte dos moradores decide abandonar o quilombo, enquanto outro grupo permanece ali. A liderança da comunidade, agora, é assumida por Zumbi.<br>Ao chegar no Vale do Cacaú, Ganga Zumba percebe que foi enganado. As terras não eram boas para o cultivo e os moradores não teriam direito a circular livremente, além de estarem vigiados.<br>A morte de Ganga Zumba é incerta. Alguns estudiosos afirmam que teria sido morto por um aliado de Zumbi, outros apontam que foram seus próprios liderados que o teriam assassinado. Igualmente, há quem sustente que ele suicidou-se ao se dar conta que tinha sido ludibriado pelo governador.</p>



<p><strong>Curiosidades</strong></p>



<p>A vida de Ganga Zumba foi transformada em filme por Cacá Diegues, em 1964. O roteiro se baseou no livro do historiador João Felício dos Santos que havia sido premiado pela Academia Brasileira de Letras.<br>O Quilombo dos Palmares era chamado de Angola Janga, “Angola Pequena” em bantu.</p>



<p>Fonte: http://www.folhadopirajucara.com.br/</p>
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		<item>
		<title>DICADECULTURA: A exposição Nhe’ē Porã – Memória e transformação traz como reflexão um dos pontos de luta indígena.</title>
		<link>https://www.correiodeitapecerica.com.br/dicadecultura-a-exposicao-nhee-pora-memoria-e-transformacao-traz-como-reflexao-um-dos-pontos-de-luta-indigena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 19:47:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Embu]]></category>
		<category><![CDATA[Embu das Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Itapecerica da Serra]]></category>
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		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[A importância da cultura indígena como parte da riqueza imaterial brasileira e valor da própria originem do povo brasileiro. 📍A exposição Nhe’ē Porã está disponível no período: 12/10/2022 a 23/04/2023 no Museu da Língua Portuguesa – São Paulo 🔍 Para mais informações, acesse: museudalinguaportuguesa.org.br 🔍 Venha conhecer e ter a experiência também com a versão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A importância da cultura indígena como parte da riqueza imaterial brasileira e valor da própria originem do povo brasileiro.</p>



<p>📍A exposição Nhe’ē Porã está disponível no período: 12/10/2022 a 23/04/2023 no Museu da Língua Portuguesa – São Paulo</p>



<p>🔍 Para mais informações, acesse: museudalinguaportuguesa.org.br</p>



<p>🔍 Venha conhecer e ter a experiência também com a versão virtual dessa exposição!</p>



<p>👉🏻 Acessando o link: https://nheepora.mlp.org.br/</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://sudoesteemnoticias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/1-scaled-1-1024x580.jpg" alt="" class="wp-image-359"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://sudoesteemnoticias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/maxresdefault-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-360"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://sudoesteemnoticias.com.br/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2022-12-14-at-10.18.25-1024x768-1.jpeg" alt="" class="wp-image-361"/></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Serra Negra investe R$ 1,6 milhão em réplica da &#8216;Fontana di Trevi&#8217;, ícone de Roma, para turbinar turismo</title>
		<link>https://www.correiodeitapecerica.com.br/serra-negra-investe-r-16-milhao-em-replica-da-fontana-di-trevi-icone-de-roma-para-turbinar-turismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 13:37:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[itália]]></category>
		<category><![CDATA[noicias]]></category>
		<category><![CDATA[serra negra]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Prefeitura diz que se inspirou em monumento da Itália para homenagear imigrantes da cidade. Por g1 Campinas e região Serra Negra aposta em réplica da &#8216;Fontana di Trevi&#8217;, ícone de Roma, para turbinar turismo Localizada na Serra da Mantiqueira, a 150 km de São Paulo,&#160;Serra Negra (SP)&#160;foi buscar na &#8220;cidade eterna&#8221; inspiração para turbinar o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Prefeitura diz que se inspirou em monumento da Itália para homenagear imigrantes da cidade.</h2>



<p>Por g1 Campinas e região</p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s04.video.glbimg.com/x720/11332091.jpg" alt="Serra Negra aposta em réplica da 'Fontana di Trevi', ícone de Roma, para turbinar turismo" title="Serra Negra aposta em réplica da 'Fontana di Trevi', ícone de Roma, para turbinar turismo"/></figure>



<p></p>



<p></p>



<p>Serra Negra aposta em réplica da &#8216;Fontana di Trevi&#8217;, ícone de Roma, para turbinar turismo</p>



<p>Localizada na Serra da Mantiqueira, a 150 km de São Paulo,&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/cidade/serra-negra-sp/">Serra Negra (SP)</a>&nbsp;foi buscar na &#8220;cidade eterna&#8221; inspiração para turbinar o turismo. Com fortes laços com a comunidade italiana, a prefeitura investiu R$ 1,6 milhão na construção de uma réplica da &#8220;Fontana di Trevi&#8221;, ícone de&nbsp;<a href="http://g1.globo.com/mundo/italia/cidade/roma.html">Roma</a>. O obra que está na reta final já chama a atenção da população e de turistas, que capricham nas fotos e vídeos.</p>



<p>&#8220;Pessoal agora vem para Serra Negra e fala que foi para a Itália. O passeio vai ficar famoso&#8221;, brinca José Zeferino, 80 anos, dono há mais de cinco décadas de uma banca de jornal ao lado de onde está a &#8220;Fontana caipira&#8221;.</p>



<p>Segundo ele, a expectativa é por aumento no fluxo de gente na rua, já famosa pela Fonte dos Italianos, que oferece água de qualidade aos visitantes, de graça. &#8220;Tem gente o dia todo tirando foto&#8221;, avisa.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/LGsBuThqPTAYi8joklTLZt3gncA=/0x72:1600x969/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/6/z/kHqlbxRsy866odRd6XBw/whatsapp-image-2023-02-01-at-21.37.02.jpeg" alt="Réplica da &quot;Fontana de Trevi&quot;, em Serra Negra (SP), está quase pronta — Foto: Fernando Evans/g1"/></figure>



<p></p>



<p>O<strong>&nbsp;g1</strong>&nbsp;esteve em Serra Negra para visitar a obra, que&nbsp;<strong>ocupa uma área de 370 m² e tem 11 metros de altura, a partir do espelho d’água, e 20,7 metros de largura</strong>. Apesar do tempo fechado e da chuva em um final de tarde do meio da semana, foram várias as pessoas, moradores e turistas, que pararam para observar o &#8220;monumento&#8221;.</p>



<p>A Fontana di Trevi original, inaugurada em 1735, é uma obra de Nicola Salvi, baseada em um projeto de Bernini, e se tornou a fonte mais célebre de Roma e uma das mais famosas e fotografadas do mundo. Ela possui 26 metros de altura e 20m de largura.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/KHGbUFm5UUW6aNr_2M2HXwckQxI=/0x0:4283x2845/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/q/N/LLT5ZkTrO7GfJyEW7vvA/075-ronchini-europeho190701-npvnc.jpg" alt="Fontana di Trevi em dia de calor em julho de 2019 — Foto: Andrea Ronchini/NurPhoto/AFP/Arquivo"/></figure>



<p>Fontana di Trevi em dia de calor em julho de 2019 — Foto: Andrea Ronchini/NurPhoto/AFP/Arquivo</p>



<h2 class="wp-block-heading">Falta pouco&#8230;</h2>



<p>Faltam poucos detalhes para a conclusão da versão brasileira da &#8220;Fontana di Trevi&#8221;, como acabamento de esculturas e instalação do sistema de iluminação subaquática (serão 40 projetores de LED) e do entorno da estrutura.</p>



<p>Ao ser inaugurada, ela vai utilizar 16 mil litros d&#8217;água mas, diferente de outras fontes da cidade, será apenas contemplativa &#8211; o consumo da água será proibido.</p>



<p>&#8220;A obra chama a atenção por ser réplica de um dos monumentos mais visitados da Europa e do mundo, aumentando o fluxo de turistas e consequentemente gerando emprego e renda. Mas além de impulsionar o turismo, presta uma homenagem à cultura italiana, com fortes laços no município devido à massiva imigração ocorrida principalmente no século 20&#8221;, explica Tárcio Cacossi, diretor de comunicação de Serra Negra.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/7_BF18tfKRuQx-MYvkLaBeVtWCw=/0x0:1497x1166/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/a/z/fBXw9DSEqTV6AuysnTYQ/whatsapp-image-2023-02-01-at-21.37.03.jpeg" alt="Réplica da &quot;Fontana di Trevi&quot; em Serra Negra (SP) ainda aguarda instalação de projeto de iluminação e detalhes na decoração — Foto: Fernando Evans/g1"/></figure>



<p>Réplica da &#8220;Fontana di Trevi&#8221; em Serra Negra (SP) ainda aguarda instalação de projeto de iluminação e detalhes na decoração — Foto: g1</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quanto custou?</h2>



<p>A obra teve início em fevereiro de 2022 e a previsão é que a conclusão ocorra dentro do prazo de um ano. &#8220;Mas a entrega da obra, em conversas com a Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo, deverá ser no mês de março&#8221;, informa a administração.</p>



<p>A construção é realizada pela Construtora Angeli, que venceu a licitação na modalidade tomada de preços pelo valor de R$ 1.377.044,32. Questionada pelo&nbsp;<strong>g1</strong>, a prefeitura confirmou um aditivo no contrato que elevou a obra para R$ 1.620.000,00.</p>



<p>&#8220;Houve reequilíbrio e aditamento de contrato em função do aumento geral de materiais da construção civil, impactados por fatores como a pandemia, aumento nos preços dos combustíveis e Guerra na Ucrânia&#8221;, destaca o Executivo.</p>



<p>Dos recursos empregados na obra, R$ 505.209,71 são do governo do Estado, por meio do Dadetur (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios Turísticos) e o restante da Prefeitura.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/qzvc9dMfTU1LtnFB3kiPienFlVY=/0x0:1600x1200/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/e/B/GkvCdRQ7a51DTMrTvDTg/whatsapp-image-2023-02-01-at-21.36.36-1-.jpeg" alt="Construção da réplica da &quot;Fontana di Trevi&quot; em Serra Negra (SP) consumiu R$ 1,6 milhão — Foto: Fernando Evans/g1"/></figure>
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